quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Oração

                    Senhor, sou limitado em tudo: Saúde, conhecimento, habilidade. Mas o amor em mim não tem limites, senão aqueles impostos por meu egoismo...
                    Fugi da santidade, tive medo, transigi, hesitei, calculei quando seria preciso dar tudo...
                    Senhor Jesus, eis-me aqui com minha covardia e meus desejos loucos: dai-me vosso socorro; tenho necessidade de vossa inifinita bondade. Esqueci o mau amigo que fui. Desejaria iniciar convosco uma amizade nova, uma amizade jovem e ardente, uma amizade em que tudo é comum, uma amizade para a vida e para a morte.  Dai-me um coração novo, um coração fiel, humilde como o de vossa Mãe, ardente e indomavel como o de Paulo.
                 Mãe, que Jesus me coloque novamente no ponto de combate, um lugar onde eu possa "aguentar, mas com a sua graça, com a sua força. Mãe torna-me generoso: aceitando meu oferecimento, aceitai também meu coração.
                Que todos aqueles que acabaram sua carreira, venceram o combate, santos, mártires, confessores, tenham piedade do pobre pequeno militante que vai tentar imitá-los e que desejaria ser santo.

       Pierre Lyonnet - Écrits spirituels - Em A Espiritualidade em plena Vida - Padre Thomas Suavet


segunda-feira, 8 de outubro de 2012

pensamentos



Conduza sua vida com as próprias mãos, e o que acontece? Uma coisa terrível: ninguém para culpar. Erica Jong

Aprendi o silêncio com os faladores, a tolerância com os intolerantes, a bondade com os maldosos; e, por estranho que pareça, sou grato a esses professores.
Khalil Gibran

Crê nos que buscam a verdade. Duvida dos que a encontraram.
André Gide

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Salmo 131



1 Cântico das subidas. De David. 
Javé, o meu coração não é ambicioso, nem os meus olhos altaneiros. Não ando atrás de grandezas, nem de maravilhas que me ultrapassam.

2 Não! Eu fiz calar e repousar os meus desejos, como criança desmamada no colo de sua mãe

3 Israel, coloca a tua esperança em Javé, desde agora e para sempre!

da Biblia Sagrada


O Salmo 131 é bem pequeno. Um pensamento só, tirado da vida. Mas reflete uma sabedoria muito profunda, adquirida ao longo dos anos, de alguém - homem ou mulher - que, pelo sofrimento e pela experiência, foi amadurecendo na vida.
Alguém que já teve a tentação de procurar o sentido da vida em realizações grandiosas, na vontade de pertencer à classe nobre, na ambição de grandes projetos, mas que chegou a perceber a relatividade dessas coisas.
Para ele, agora, tudo que há de realmente bom na vida, mesmo sendo fruto de muita luta, ele o recebe, como que de graça, da vida, de Deus.
Alguém cujo olhar foi purificado pela fé e pela provação e que, agora, é capaz de perceber a grandeza e o poder de Deus nas coisas mais comuns e mais frágeis da vida. Como, por exemplo, numa criança que dorme tranqüila no colo da mãe.

Frei Carlos Mesters é biblista, autor de diversos livros. Há anos acompanha a caminhada das comunidades eclesiais do Brasil. Atualmente, trabalha no Instituto Bíblico de Angra dos Reis/RJ.

Revista Sem Fronteiras N° 251 - Junho 1997 - pág. 40

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

A Biblia ao pé da letra


Ela insistia - e muito - no fato de que temos que levar a Bíblia a sério.

- O que está escrito lá é aqui que Deus disse. Não tem que ficar interpretando e dizer que Deus não quis dizer aquilo daquele jeito.

            Não gostava de exegetas, até porque ela nem mesmo sabia pronunciar a palavra. Só sabia que eram padres que diziam que os fatos não aconteceram daquele jeito que está escrito. Se não aconteceu daquele jeito, então por que foi escrito? Ela achava que Deus havia pego o evangelista e o profeta e mandado que ele se sentassem no banco, ditando, tintim por tintim, o que eles escreveram. Ninguém punha na cabeça dela que inspiração não é ditado, com bê-a-bá, bê-e-bé. Ela achava que Deus havia soprado a Bíblia palavra por palavra no ouvido dos profetas e dos evangelistas.

           - Tem muita heresia nas faculdades de teologia - costumava dizer.

          Tinha sido professora por 40 anos e catequista por uns cinqüenta.

        Não falou isso uma ou duas vezes. Falava sempre. Era só o Padre Geraldo dizer alguma coisa um pouco diferente do que estava na tradução dela que ela, católica renovada convicta, já vinha discutir com ele.

    - O Senhor disse "um centímetro" e na Bíblia está escrito "um côvado". Por que o senhor mudou?

               Tradução só valia a que ela havia feito da Bíblia da Ave Maria. As outras tinham defeitos. Nem os padres claretianos, que detêm os direitos dessa versão, poderiam esperar adepta tão acirrada. Bíblia era ao pé da letra e da letra da Bíblia dela...

         Um dia calhou de eu celebrar a missa. Falei espinhos em vez de abrolhos e disse algumas coisas que ela viu como heréticas. E lá veio a Dona Assunta para cima de mim.

      - Por que mudava as coisas? Quem interpreta a Bíblia é porque não acredita em Deus - disse. Vocês padres não conseguem ver as coisas como eles são. Por que precisam empobrecer a linguagem da Bíblia?

           Achei graça e lembrei-lhe que Jesus havia interpretado a lei que proibia trabalhar aos sábados e que não havia permitido que apedrejassem a mulher adúltera. Estava escrito na Bíblia, mas ele mudou muita coisa. Jesus interpretava a Bíblia muitas vezes. Nem Jesus a queria ao pé da letra. E ela dizia:

- É, mas Jesus é Jesus, e o senhor quem é? Quem é o senhor para interpretar a Bíblia diferente do que foi escrito?

            Respondi que, se ela era tão fiel à Bíblia, da próxima vez que pecasse com a língua ou com o olho, deveria arrancá-lo; que subisse em cima do telhado cada vez que se falasse de Jesus. E que, se uma criança se escandalizasse com alguma palavra dela, que deveria amarrar-se numa pedra de moinho e se jogar no mar. Está lá, ao pé da letra... Jesus disse que, quem pecasse com a mão, deveria arrancá-la.

Olhou-me espantada e disse:

       - O senhor não entende mesmo! Há coisas que não são para ser do jeito que estão escritas e há coisas que são daquele jeito mesmo. Eu só defendo o que é para ser como Deus queria que fosse.

Percebi que era inútil discutir. Quando ela interpretava, era sabedoria, mas, quando os outros interpretavam, era heresia.

Há muitas Donas Assuntas por aí. O que elas fazem Deus abençoa, o que os outros fazem, não... E isso é tudo, menos religião...

Pe. Zezinho, scj

domingo, 12 de agosto de 2012

A História de São Cristovão (versão para o Zezé)


Em homenagem a minha mãe, a quem São Cristovão deu coragem para dirigir.

Cristovão era um jovem muito forte e corajoso. Então resolveu que devia servir a alguém mais forte do que ele. Foi até um rei vizinho e ofereceu seus serviços. Porém o rei era cristão e tinha medo do demónio. Cristóvão chegou a conclusão que devia servir ao demónio, que era mais forte que o rei. Um dia, eles foram andando pela estrada e viram uma cruz e o demónio fugiu da Cruz. Próximo a Cruz vivia um eremita e Cristóvão perguntou ao eremita porque o demónio havia fugido da Cruz

O eremita falou-lhe sobre Cristo e disse que Cristo era o mais forte porque havia vencido a morte. Cristóvão pediu então para ser batizado. Depois de batizado, o eremita disse que ele devia ajudar as pessoas que eram mais fracas que ele e rezar para Jesus.

Cristóvão não gostou muito da ideia de rezar, mas começou a ajudar as pessoas a atravessar um rio que tinha muita correnteza.

Um dia chegou uma criança com uma bola para atravessar o rio. Cristovão achou que ia ser bem fácil, afinal a criança parecia ser bem leve.  Ele colocou-a nos ombros e começou a atravessar o rio. Porém a medida que ia atravessando, a criança ia ficando cada vez mais pesada. Quando chegou a final ele olhou novamente para a criança e ela lhe disse:
-Eu sou Jesus Cristo e carrego o peso do mundo.

E foi assim que Cristóvão aprendeu a rezar

domingo, 20 de maio de 2012

Santas sete crianças emparedadas (os “Sete Adormecidos”) de Éfeso: Maximiliano, Jâmblico, Martiniano, João, Dinís, Constantino e Antonino. (+ 150 DC)



Houve uma grande perseguição de cristãos no tempo do reinado de Décio. O imperador em pessoa viajou a Éfeso, onde realizou uma tumultuosa e barulhenta celebração em honra dos ídolos sem vida – como também, uma matança desumana de cristãos. Sete jovens soldados, todos soldados, absteram-se da impura oferenda de sacrifícios. 

Eles oraram fervorosamente ao único Deus para que o povo cristão fosse salvo. Eles eram filhos dos anciães mais influentes de Éfeso, e estes eram seus nomes: Maximiliano, Jâmblico, Martiniano, João, Dinís, Constantino e Antonino. Tendo sido acusados diante do imperador, os jovens refugiaram-se numa colina fora de Éfeso, chamada Celion, onde se esconderam numa gruta.

 Quando o imperador tomou conhecimento disso, ele ordenou que um muro fosse erguido a fim de obstruir definitivamente a entrada da gruta. Todavia, Deus – de acordo com Sua Providência que atinge os confins do universo – realizou um grande milagre: um longo sono caiu sobre os jovens. Os cortesãos imperiais Teodoro e Rufino (eles mesmos eram cristãos em segredo) confeccionaram uma caixa de couro e depositaram-na dentro do muro. Esta caixa continha placas de chumbo sobre as quais estavam registrados os nomes dos sete rapazes e as mortes martíricas do reinado de Décio. Passaram-se mais de duzentos anos.

No reinado do Imperador Teodósio, o Grande, surgiu uma calorosa discussão sobre a ressurreição dos mortos, e houve alguns que passaram a duvidá-la. O Imperador Teodósio agoniava-se em grandes aflições em resultado dessa disputa entre os fiéis e orou a Deus para que Ele, de algum modo, revelasse a verdade aos homens.

 Por conseguinte, alguns pastores de Adolius, que eram proprietários da colina de Ceilon, estavam construindo cercas para suas ovelhas, utilizando pedras da gruta. Eles removiam pedra por pedra. Subitamente, os jovens despertaram de seu sono, tão joviais e sadios como no dia em que adormeceram. Notícias deste milagre espalharam-se em todas as direções, tanto que Teodósio em pessoa chegou acompanhado de um grande séqüito e conversou, para seu deleite, com os jovens.

 Após uma semana, eles mais uma vez e profundamente repousaram no sono do qual haviam despertado, a fim de aguardarem a Ressurreição Geral. O Imperador Teodósio quis que seus corpos fossem depositados em caixões de ouro, mas eles lhe apareceram em sonhos e disseram-lhe para deixarem os corpos na terra, onde eles haviam jazido.

Hino de Louvor

Quando os últimos raios de sol ruborizavam o oeste
A Deus, oravam os Sete Jovens
Para que na manhã eles pudessem encontrar-se mais uma vez sãos e salvos;
Porém, perante o Imperador foram trazidos para tortura,
E deitaram-se para dormir longa, bem profundamente.
O tempo caminha a largos passos.
Numa manhã, o sol ergueu-se no leste,
E os Sete acordaram de seu profundo sono.
Então, Jâmblico, o mais jovem, correu para Éfeso,
Para ver, ouvir e indagar de tudo:
Décio ainda não os caçava para matá-los?
E foi comprar pão para os Sete.
Mas, vede a maravilha: este não é o mesmo portão!
E como diferente está a cidade!
Por todos os lados, belas igrejas, domos e cruzes!
Jâmblico perguntou a si mesmo: Não serão sonhos?
Nenhuma face familiar, nenhum conhecido em nenhum lugar:
Não há mais perseguidores, não há mais mártires!
“Dizei, irmãos, o nome desta cidade,
E dizei-me o nome do imperador que agora reina,”
Indagou Jâmblico. O povo olhou para ele,
E ele foi alvo de muita especulação!
“Esta cidade é Éfeso, como sempre fora;
O Imperador Teodósio agora reina em Cristo!”
Ouviu isto o procônsul, assim como o bispo dos cabelos grisalhos;
Perplexa ficou toda a cidade, e todos correram para a gruta,
Vendo o milagre, glorificaram a Deus
E os ressuscitados servos do Cristo Ressuscitado.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Dos Tratados sobre o Evangelho de João, de Santo Agosti­nho, bispo



(Tract. 124, 5.7: CCL 36, 685-687)         (Séc. V)

As duas vidas
A Igreja conhece duas vidas, que lhe foram anunciadas por Deus; uma é vivida na fé; a outra, na visão. Uma, no tempo da caminhada; outra, na mansão eterna. Uma, no trabalho; outra, no descanso. Uma no exílio; outra, na pátria. Uma, no esforço da atividade; outra, no prêmio da contem­plação.

A primeira é representada pelo apóstolo Pedro; a segun­da, pelo apóstolo João. A primeira desenvolve-se completa­mente sobre a terra até que o mundo acabe, e então encon­trará o fim; a outra prolonga-se para além do fim dos tempos, e nunca acabará no mundo que há de vir. Por isso foi dito a Pedro: Segue-me (Jo 21,19); mas a João diz-se: Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, o que te importa isso? Tu, segue-me! (Jo 21,22).

"Segue-me tu, imitando minha paciência em suportar os males temporais. E ele permaneça até que eu venha, para conceder os bens eternos". Ou ainda mais claramente: "Siga-me a atividade que, a exemplo de minha paixão, já terminou. Mas a contemplação, que apenas começou, per­maneça assim até que eu venha para levá-la à perfeição".

Portanto, quem segue a Cristo, acompanha-o na santa plenitude da paciência, até à morte. Permanece até a vinda de Cristo, para lhe manifestar a plenitude da ciência. Agora suportam-se os males deste mundo, na terra dos mortais. Depois, contemplaremos os bens do Senhor, na terra dos vivos.

As palavras de Cristo: Quero que ele permaneça até que eu venha, não devem ser interpretadas como se quisesse dizer: "permanece até o fim" ou "fica assim para sempre", mas "permanece na esperança"; pois o que João representa não atinge agora a sua plenitude, mas apenas quando Cristo vier. Pelo contrário, o que Pedro representa, a quem o Senhor disse: Segue-me, deve cumprir-se agora, para podermos alcançar o que esperamos.

Contudo, ninguém ouse separar estes dois insignes apóstolos. Ambos se encontravam na situação representada por Pedro e ambos haviam de se encontrar na situação representada por João. No plano do símbolo, Pedro seguiu e João ficava; mas no plano da fé, ambos suportavam os males da vida presente, ambos esperavam os bens da felici­dade futura.

O que sucedeu com eles, sucede com toda a santa Igreja, esposa de Cristo: também ela lutará no meio das tentações do mundo para alcançar a felicidade futura. Pedro e João representavam as duas vidas, cada um simbolizando uma delas; mas ambos viveram esta vida temporal, animados pela fé, e agora já se alegram eternamente na outra vida, pela contemplação.

Pedro, o primeiro apóstolo, recebeu as chaves do reino dos céus, com o poder de ligar e desligar os pecados, para que fosse timoneiro de todos os santos, unidos inseparavelmente ao corpo de Cristo, em meio às tempestades desta vida. E João, o evangelista, reclinou a cabeça sobre o peito de Cristo, para exemplo dos mesmos santos, a fim de lhes indicar o porto seguro daquela vida divinamente tranqüila e feliz.

Todavia, não é somente Pedro, mas a Igreja universal, que liga e desliga os pecados. E não é só João que bebe da fonte do coração do Senhor, para ensinar com sua pregação
que, no princípio, a Palavra era Deus junto de Deus, e outros
ensinamentos profundos a respeito da divindade de Cristo, da Trindade e da Unidade de Deus. No reino dos céus, estas verdades serão por nós contempladas face a face, mas na terra nos limitamos a vê-las como num espelho e obscuramente, até que o Senhor venha. Não foi só ele que descobriu estes tesouros do coração de Cristo, mas a todos foi aberta pelo mesmo Senhor a fonte do evangelho, a fim de que por toda a face da terra todos bebessem dele, cada um segundo sua capacidade.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Qual a nossa recompensa?



Eu tenho um amigo que é professor universitário. A Universidade em que ele trabalha, autorizou que ele contratasse um assistente (estagiário). Para fazer uma seleção ele fez duas perguntas:


- Porque você quer trabalhar comigo?
O estudante respondeu que gostaria de aprender mais coisas com ele e sobretudo, aprender a pesquisar. Até aí ele gostou. É bom que um estudante (e quem sabe um futuro pesquisador, cientista), goste de aprender coisas novas e também aprenda métodos de pesquisa.


Então ele fez a segunda pergunta:


-O que você acha do valor da bolsa do estágio?


O estudante respondeu que não se importava com o valor da bolsa. Não precisava do dinheiro  e faria por amor ao estudo. Após esta resposta, o estudante foi sumariamente dispensado. Segundo o professor, um estagiário tem de saber o seu valor e se um dia quiser ser pesquisador tem que ser remunerado por isso, não se faz pesquisa cientifica de forma amadora.


Creio que esta historinha tem muito haver com a minha busca como oblata. Sim, também pertenço a uma escola a Escola do serviço do Senhor RB (Prologo) e como estudante desta Escola devo aprender sempre mais sobre meu objeto de estudo Deus. Porém o operário tem direito a seu salário (MT 10), então não posso perder de vista minha Esperança.


Quando fiz minha oblação, pronuncia aquele versículo "Suscipe me, Domine, secundum eloquium tuum et vivam, et non confundas me ab expectatione mea" (Recebei-me, Senhor, segundo a vossa palavra e viverei; e não serei confundido em minha esperança, (Sl. 118,116) (RB 58,21). Sim, por um lado eu prometi viver sempre ao lado do Senhor, por outro lado porém a graça é um dom Divino então Deus também tem que fazer a sua parte.


Muitos autores explicam que faz parte da vida beneditina a busca incessante de Deus. E eles não estão errados. Deus porém só se faz encontrar quando Ele assim quiser. Sim, temos de perseverar no mosteiro, sob a sua doutrina, até a morte (RB , Prologo),  mas não podemos esquecer  que também somo co-herdeiros de Cristo pelo batismo.


Que esta busca seja sempre suave é o que desejo a todos neste inicio de ano,

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Santo da Casa

Festa 20 de novembro - Comemora-se todo happy hour

Glorioso Café Santo de Casa, dignastes a revelar as perfeições infinitas do pôr-do-sol do Guaíba, do café, Da gastronomia e do happy hour. Venho a ti provar da “Tenda dos Milagres” e da “Multiplicação dos Pães. ”Venho a ti em busca das “Divinas”, das “Oferendas” e da “Comunhão.”Venho a ti, meu Café Santo de Casa, encontrar os milagres “Caídos do Céu “e ser abençoado com a alegria da “Água Benta”. Hoje, eu prometo ser diferente. Junto ao aconchego da tua cúpula, serei mais alegre, confiante e destemido. Sentado ao teu lado e acompanhado de amigos e de todos os Santos, esquecerei os problemas E a rotina do meu dia-a -dia. E quando acabar a noite, quero te agradecer, feliz, por ter sido recebido em tua Casa. ...E que assim seja!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

As bruxas boas

Zezé está tomando contato com os contos de fada. E infelizmente, para a decepção dele está descobrindo que em quase todos, as bruxas são sempre más. Porém ele não desiste de defender suas personagens prediletas.

-As bruxas (monjas) do mosteiro não são malvadas. Elas nem tem vassoura, só cozinham...

PS: Madre Paula, a quanto tempo as monjas não varrem o Mosteiro?